Opinião dividida sobre a realização das festas de fim de ano

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Levantamento realizado pela Robert Half no Linkedin traz um panorama do que os colaboradores esperam das clássicas comemorações
Levantamento realizado pela Robert Half no Linkedin traz um panorama do que os colaboradores esperam das clássicas comemorações

As celebrações de final de ano, que tradicionalmente são organizadas pelas empresas, representam a finalização de um ciclo de trabalho e costumam gerar altas expectativas em seus colaboradores. O ano de 2020, no entanto, está longe de ser habitual e, em função da pandemia, as opiniões sobre as comemorações deste ano dividem os profissionais entre os que esperam uma festa adaptada ao novo momento e aqueles que preferem que não sejam realizadas confraternizações por falta de clima. É o que aponta a pesquisa promovida pela Robert Half, empresa de recrutamento especializado, em seu perfil no Linkedin.

O levantamento, que buscou compreender o que os colaboradores esperam das comemorações de final de ano em 2020, contou com a participação de mais de 1600 profissionais e levantou reflexões importantes.  Para a maior parte dos respondentes (48%), a escolha é pela não realização de quaisquer tipos de festas, pois não estão no clima para celebrações. Em contrapartida, uma parcela significativa (44%) respondeu que espera por confraternizações adaptadas ao “novo normal”.

Resultado

De acordo com os dados do levantamento, os eventos presenciais e que agrupavam em um mesmo espaço grande parte dos colaboradores da empresa não devem ser realidade neste ano, visto que apenas 4% dos participantes manifestaram desejo por comemorações no formato tradicional.    

  1. Sem festas, não estou no clima 48%
  2. Festa adaptada ao novo normal 44%
  3. Formato tradicional 4%
  4. Aproveitar a festa e relaxar 4%

Opinião

“As incertezas que a pandemia ainda oferece influenciam psicologicamente os colaboradores. Muitos acreditam que, em virtude do momento de crise sanitária mundial pelo qual estamos passando, não há motivos para comemorar” diz Fernando Mantovani, diretor geral da Robert Half. “Por outro lado, com responsabilidade, criatividade e respeitando os protocolos indicados pelas autoridades, as confraternizações de final de ano podem servir como uma forma de reconhecimento aos colaboradores pelo trabalho desempenhado ao longo deste período complicado, além de motivá-los para o próximo ano”, ressalta.